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Advogado dono da arma usada em ataque em escola presta depoimento e é liberado

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O advogado Ruan de Mesquita Amorim, padrasto do adolescente de 13 anos apontado como autor do ataque a tiros no Instituto São José, em Rio Branco, foi liberado na noite desta terça-feira (5) após prestar depoimento na Delegacia de Flagrantes (Defla), na capital acreana. A informação foi obtidas pelo portal Na Hora da Notícia e confirmada pelo ac24horas.

Segundo informações obtidas pela reportagem, Ruan foi conduzido à unidade policial para prestar esclarecimentos por ser o proprietário da arma de fogo utilizada pelo adolescente durante o atentado. Após ser ouvido pela autoridade policial de plantão, ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado ainda durante a noite, retornando para casa.

O caso agora será encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que ficará responsável pela investigação e pela elaboração do inquérito policial. A especializada deverá apurar as circunstâncias que permitiram o acesso do adolescente à arma de fogo usada no ataque.

Mais cedo, a defesa de Ruan Amorim divulgou uma nota pública afirmando que o menor teve acesso “indevido” à pistola, sem autorização ou conhecimento prévio do padrasto. O comunicado também negou qualquer participação, incentivo ou anuência do advogado nos atos praticados pelo enteado.

O ataque ocorreu na manhã desta terça-feira dentro do Instituto São José, tradicional escola localizada na região central de Rio Branco, e provocou forte comoção no Acre. As vítimas fatais foram identificadas como Alzenir Pereira da Silva, de 53 anos, e Raquel Sales Feitosa, de 37 anos, funcionárias da instituição que tentaram conter o adolescente após perceberem os disparos dentro da unidade de ensino.

Segundo informações divulgadas ao longo do dia, as duas agiram para impedir o avanço do atirador e proteger estudantes e demais servidores, mas acabaram baleadas. Além das mortes, outras pessoas ficaram feridas, incluindo uma estudante.

A governadora Mailza Assis afirmou que há indícios de que o adolescente “não agiu sozinho”, indicando que as investigações deverão aprofundar possíveis influências e participações no planejamento do atentado.

Após a tragédia, o Governo do Acre decretou luto oficial de três dias e determinou que bandeiras em prédios públicos estaduais fossem hasteadas a meio mastro em Rio Branco e nos demais municípios acreanos.

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