Candidata apresentou propostas para transformar as riquezas naturais e a produção local em oportunidades, com apoio ao produtor, tecnologia, infraestrutura e atração de investimentos
No segundo bloco do debate promovido pelo site ac24horas, Mailza apresentou seu projeto para reduzir a dependência do setor público, fortalecer a iniciativa privada e abrir novas oportunidades de trabalho no Acre. A candidata defendeu um modelo de desenvolvimento que aproveite o potencial econômico do estado sem abrir mão da preservação ambiental.
Para Mailza, os 86% de cobertura florestal preservada devem ser encarados como um ativo capaz de atrair tecnologia, investimentos e indústrias. A proposta é transformar as riquezas naturais acreanas em produtos de maior valor e fazer com que os resultados desse crescimento cheguem diretamente à população.
“Nosso estado tem um potencial enorme de crescimento e desenvolvimento partindo das nossas riquezas naturais, das nossas florestas e produtos que estão nelas. Nesse sentido, nós temos uma vasta possibilidade de investir em tecnologia e atrair indústrias para virem explorar essa nossa riqueza natural e devolver em economia, em dinheiro para os bolsos dos acreanos”, afirmou Mailza.
A candidata também defendeu medidas concretas para elevar a produtividade nas áreas já abertas. Entre as prioridades estão a recuperação de ramais e pontes, a ampliação da assistência técnica e a criação de programas permanentes de mecanização, dando ao produtor condições de produzir mais, escoar a produção e ampliar sua renda.
“Na outra parte, nós temos a produção. Embora tenhamos 86% da nossa floresta em pé, no percentual desmatado é possível produzir investindo em tecnologia, nos nossos ramais e pontes. Queremos entregar à população assistência técnica e fazer programas permanentes de mecanização para que o produtor tenha mais renda e produção, entregando para o comércio”, explicou.
Mailza ainda apontou a industrialização como caminho para manter mais riqueza dentro do estado. Segundo ela, desburocratizar o ambiente de negócios e facilitar a instalação de empresas permitirá agregar valor à produção acreana, ampliar as exportações e gerar empregos tanto nas cidades quanto no interior.
“Fortalecer o nosso comércio, desburocratizar e facilitar a vida do empreendedor é fundamental para trazer empresas que gerem emprego e renda através da industrialização dos nossos produtos. Assim, podemos exportar, como já estamos exportando carne e produzindo soja e milho. A produção e o aproveitamento das nossas florestas são dois grandes potenciais para desenvolver o Acre economicamente e melhorar a vida de quem vive na cidade e de quem vive na floresta, preservando”, concluiu.



