O jornalista aposentado Ayres Rocha foi sepultado na manhã desta quinta-feira (15), no Cemitério São João Batista, em Rio Branco, sob forte comoção de familiares, amigos, colegas de profissão e pessoas que acompanharam sua trajetória no jornalismo acreano. A despedida foi marcada pela emoção e pelo reconhecimento ao legado de um dos rostos mais conhecidos da televisão no Acre.
Na quarta, diversas autoridades publicam lamentaram a sua morte como o ex-governador Gladson, a governadora Mailza Assis que decretou três dias de luto oficial, o ex-senador Jorge Viana e dentre outros.
A morte do jornalista, aos 62 anos, também foi lembrada pelo Jornal Nacional, da TV Globo, durante a edição exibida na noite de quarta-feira (14). A apresentadora Renata Vasconcellos destacou a trajetória de Ayres, que conquistou gerações de telespectadores no estado e trabalhou por mais de três décadas na Rede Amazônica.

“Ayres Rocha morreu aos 62 anos. O jornalista Ayres Rocha conquistou gerações de telespectadores no Acre. Ele foi âncora da Rede Amazônica por mais de 30 anos e apresentava o Jornal do Acre, segunda edição”, afirmou Renata.
A apresentadora também lembrou a participação do jornalista nas comemorações pelos 50 anos do Jornal Nacional, em 2019, quando ele apresentou uma edição comemorativa do telejornal ao lado da jornalista Jéssica Senra, representando o Acre em rede nacional.
A participação ficou marcada por um momento descontraído nos bastidores: antes de entrar no ar, Ayres teve a gravata ajeitada pelo apresentador William Bonner. A cena se tornou uma lembrança simbólica da experiência do jornalista na bancada de um dos telejornais mais importantes do país.



