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Julgamento de Gladson Cameli é remarcado para 3 de dezembro após decisão do STF

Sessão no STJ foi adiada depois que Gilmar Mendes exigiu a juntada de documentos que embasam relatórios financeiros da Ptolomeu.

O julgamento da ação penal envolvendo o governador Gladson Cameli, que seria realizado nesta quarta-feira (19), no Superior Tribunal de Justiça (STJ), ganhou nova data. Após a suspensão determinada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a análise do caso foi remarcada para o dia 3 de dezembro.

A mudança ocorre porque a defesa de Cameli alegou não ter recebido documentos fundamentais para contestar a legalidade das provas utilizadas na Operação Ptolomeu. Os advogados afirmam que os formulários SEI-C, usados para dar origem aos relatórios financeiros da investigação, não foram disponibilizados, o que impediria a verificação da regularidade da coleta de dados.

Ao atender o pedido, Mendes ordenou que o Ministério Público Federal, o COAF e a Polícia Federal enviem imediatamente todos os formulários mencionados. Segundo o ministro, a ausência desse material pode comprometer o exercício do direito de defesa, motivo pelo qual o julgamento não poderia ocorrer antes da devida juntada dos documentos.

Com a nova data estabelecida, o processo só será retomado após a conferência dos registros solicitados, que deverão ser analisados pelo STJ antes da sessão de dezembro.

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