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Mendonça manda para o plenário do STF referendo da decisão que prorroga CPMI do INSS

Mais cedo, ministro tinha enviado sua decisão para turma, mas mudou de ideia depois

ministro André Mendonça enviou ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) sua decisão de prorrogar os trabalhos da CPMI do INSS. A sessão virtual para análise do caso está marcada para o dia 3 de abril.

Mais cedo, o ministro – relator do caso – tinha mandado a decisão para análise da Segunda Turma da Corte. Também fazem parte do colegiado os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Nunes Marques e Luiz Fux.

Agora, portanto, todos os ministros terão que votar sobre o tema, se mantém ou não a decisão de Mendonça.

A sessão está prevista para ser encerrada no dia 13 de abril, às 23h59.

O que determinou Mendonça

Mendonça determinou a prorrogação da CPMI do INSS por até 120 dias e deu um prazo de 48 horas para que a Mesa Diretora e a Presidência do Congresso Nacional façam a leitura do requerimento.

“Nesse contexto, preenchidos os requisitos constitucionais e regimentais aplicáveis, a Mesa Diretora e a Presidência do Congresso não dispõem de margem política para obstar o regular processamento do requerimento de prorrogação de uma CPMI, inclusive seu recebimento, leitura e publicação”, afirmou o magistrado.

Em caso de não cumprimento da determinação no prazo estabelecido, a prorrogação da CPMI poderá ser feita pelo presidente da comissão.

O prazo para prorrogação estipulado no requerimento é de até 120 dias, mas parlamentares da CPMI acreditam que precisam apenas de mais 60 dias para conclusão dos trabalhos.

A CPMI seria encerrada no dia 28 de março.

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