publicidade

Bolsonaro: “Câmara já tem quórum para aprovar a anistia”

BRASILIA, BRAZIL - MARCH 31: President of Brazil Jair Bolsonaro looks on during a farewell ceremony for outgoing ministers on March 31, 2022 in Brasilia, Brazil. Bolsonaro's administration replaces nine out of 23 ministers, who resign to run for positions in October elections. (Photo by Andressa Anholete/Getty Images)

Mateus SalomãoGabriel Buss

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) considera que a Câmara dos Deputados tem quórum suficiente para aprovar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da anistia aos condenados pelo ataques do 8 de Janeiro.
Nesta terça-feira (18/2), o ex-presidente esteve no Senado Federal para um almoço com líderes da oposição no Congresso Nacional e falou com a imprensa ao fim da reunião.

“Hoje, conversando com parlamentares, como do PSD, sinto que a maioria votaria favorável [à anistia]. Eu acho que na Câmara já tem quórum para aprovar a anistia”, afirmou o ex-presidente a jornalistas após a reunião.

Questionado se os presidentes das Casas Legislativas se comprometeram em pautar a PEC, Bolsonaro ressaltou que eles teriam afirmado que cumpririam o regimento. “Eu não fiz pedido específico, o pedido é seguir o regimento”, disse.

Quanto à possibilidade de estender a anistia à inelegibilidade a que está submetido, Bolsonaro afirmou que a penalidade só poderia ser revertida por meio de alteração da Lei da Ficha Limpa. “O pessoal está entendendo que a Lei da Ficha Limpa é usada para perseguir a direita“, alegou.

A PEC da Anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro está parada na Câmara dos Deputados. Ao fim do ano passado, o então presidente da Casa Baixa, Arthur Lira (PP-AL), anunciou a instalação de comissão especial para analisar a matéria. O colegiado, entretanto, ainda não saiu do papel.

Parlamentares de oposição têm se movimentado para pautar o tema. Na última semana, deputados levaram a esposa de um dos condenados pelo vandalismo para uma reunião com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

A ida do ex-presidente ao Senado Federal se dá em meio à expectativa quanto à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra ele. O órgão definirá, nos próximos dias, se denuncia, arquiva ou pede diligências no âmbito das investigações que tratam de uma suposta trama para decretar golpe de Estado em 2022.

A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente e mais 39 pessoas por participação em uma suposta trama golpista. O plano supostamente incluía a decretação de golpe de Estado em 2022 e a morte ou prisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro Alexandre de Moraes.

Compartilhe:
publicidade

Relacionados

Fisco pagará R$ 4,61 bilhões a 2,74 milhões de contribuintes; este é o último lote de restituição de declarações que

Estudantes interessados podem concorrer a 44,8 mil vagas de financiamento em instituições privadas de ensino superior Termina nesta sexta-feira (17)

Proposta cria aposentadoria especial com gasto de R$ 3 bi ao ano para o governo, que ponderou risco de inviabilidade

publicidade

publicidade

publicidade

Vídeos rápidos

publicidade

publicidade

Mais no AgoraAcre.com

Plano prevê ampliar o Juntos pelo Acre, fortalecer o SUAS e levar atendimentos especializados para mais perto das famílias A

O ex-prefeito de Cruzeiro do Sul e candidato a deputado federal, Vagner Sales, desembarcou na manhã desta quinta-feira no Aeroporto

O bairro Miritizal, em Cruzeiro do Sul, avança para uma nova etapa de investimentos em pavimentação asfáltica. Uma equipe de

O Policial Penal, Elves Barros, que atualmente está à frente da direção do presídio Manoel Neri, em Cruzeiro do Sul

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), cancelou o pronunciamento previsto para às 11h desta quinta-feira (10)

Clientes da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e do Banco da Amazônia (Basa) no Acre poderão enfrentar restrições